Há algumas décadas casamento era provavelmente o sonho e o único objetivo de vida de uma garota.
Segundo a minha vó, aos 20, se eu vivesse nos tempos dela já estaria incontestávelmente condenada à "ficar de titia".
Vivemos no século XXI, nós, mulheres, não sonhamos em viver para casa, cuidar dos filhos e cozinhar alegremente para receber nosso amado marido a noite, depois de um dia cansativo de trabalho.
Nós queremos mais.
Queremos nosso próprio dia cansativo de trabalho, e muitas gerações antes da minha lutaram para que eu tivesse esse direito.
Mas será que o sonho do casamento realmente acabou?
Esse post não pode ser generalizado, eu conheço mulheres que realmente não suportam a idéia do casamento, mas vou falar um pouco na primeira pessoa.
Eu sempre me imaginei morando num apartamento simples -mas meu- no centro da cidade, trabalhando, e dando uma de artista louca, meio boêmia.
Percebam que nesse plano nada impossível de felicidade não há menção nenhuma à casamento.
Isso tem totalmente a ver com a mentalidade atual da mulher, de como nós passamos a enxergar as coisas, as situações.
Eu sempre amei vestidos de noiva.
Acho lindo, de verdade.
Aquele vestidão branco, a igreja enfeitada, o "pode beijar a noiva", e eu nem sou católica, apenas piegas, eu sei.
Ontem estava lendo um livro, e havia uma descrição de casamento, os preparativos, o corpete branco, apertado demais com seus botões de pérolas falsas.
E eu estava com um sorriso nos lábios.
Será essa influência monstruosa dos anos 60 na minha vida?
Será uma reação natural? Como se quando você atingisse determinada idade passasse simplesmente a procurar um parceiro porque está na hora de se tornar verdadeiramente adulta?
Pensei nisso por um dia inteiro, e cheguei a uma conclusão.
Não é a época que vivemos, ou as mudanças que conquistamos que faz o casamento algo tão misterioso.
Você pode odiar a idéia, mas também pode amar.
Ainda assim o que você verdadeiramente quer é ser feliz para sempre.
Quinta-feira, 27 de Novembro de 2008
Sexta-feira, 7 de Novembro de 2008
AyuBrasil.com
Há cinco anos por curiosidade procurei qualquer coisa no google sobre uma cantora chamada Ayumi Hamasaki.
Baixei então "Depend on you" e foi paixão à primeira vista. Baixei tudo que na época meu computador permitia -o que não era muito- e aos poucos essa artista se tornou o meu maior ídolo na música.
Eu nunca tinha gostado e me dedicado tanto à uma cantora, (e a Madonna? Bom, eu já nasci com a minha mãe ouvindo-a o tempo todo, É diferente) e procurar outros fãs era algo mais do que natural de se acontecer.
Em 2006 conheci o BoA Brasil, um site dedicado à coreana BoA, e ao me cadastrar no fórum conheci outros fanáticos pela Ayu, como eu.
Nesse mesmo ano conheci pessoalmente o Dark e o Neto, mesmo sem nunca ter conversado direito com eles pelo fórum, ou pelo msn.
Em 2007 o BB acabou, e então um dia, do nada o Dark me chamou no msn e disse da intenção dele, e de alguns amigos, em fazer um fansite à Ayumi, e me convidou para entrar na equipe.
Não pensei duas vezes e aceitei.
O trabalho começou, dinheiro, traduções, conteúdo, muita pesquisa e dedicação e no dia 7 de
Novembro de 2007 entrou no ar o AyuBrasil.
Muito, e ao mesmo tempo pouco tempo se passou, e nós já conquistamos tanta coisa...e é bom saber que isso é só o começo.
O mais importante de tudo é fazer parte dessa equipe ao lado de pessoas que eu amo, e que são alguns dos melhores amigos que eu poderia ter.
Chega a ser difícil lembrar como eram as coisas antes de tudo isso...
Receber alguns deles aqui em casa, esse ano, foi provavelmente algo inesquecível, e essa amizade, assim como a paixão pela Ayu é algo que só tende a crescer, e eu vou sempre correr
atrás disso.
Obrigado AyuBrasil Team
(Nat.ty,DaisuKe,Dark,Neto,Lynn,Lullys,Kcau,Yuki)
Baixei então "Depend on you" e foi paixão à primeira vista. Baixei tudo que na época meu computador permitia -o que não era muito- e aos poucos essa artista se tornou o meu maior ídolo na música.
Eu nunca tinha gostado e me dedicado tanto à uma cantora, (e a Madonna? Bom, eu já nasci com a minha mãe ouvindo-a o tempo todo, É diferente) e procurar outros fãs era algo mais do que natural de se acontecer.
Em 2006 conheci o BoA Brasil, um site dedicado à coreana BoA, e ao me cadastrar no fórum conheci outros fanáticos pela Ayu, como eu.
Nesse mesmo ano conheci pessoalmente o Dark e o Neto, mesmo sem nunca ter conversado direito com eles pelo fórum, ou pelo msn.
Em 2007 o BB acabou, e então um dia, do nada o Dark me chamou no msn e disse da intenção dele, e de alguns amigos, em fazer um fansite à Ayumi, e me convidou para entrar na equipe.
Não pensei duas vezes e aceitei.
O trabalho começou, dinheiro, traduções, conteúdo, muita pesquisa e dedicação e no dia 7 de
Novembro de 2007 entrou no ar o AyuBrasil.
Muito, e ao mesmo tempo pouco tempo se passou, e nós já conquistamos tanta coisa...e é bom saber que isso é só o começo.
O mais importante de tudo é fazer parte dessa equipe ao lado de pessoas que eu amo, e que são alguns dos melhores amigos que eu poderia ter.
Chega a ser difícil lembrar como eram as coisas antes de tudo isso...
Receber alguns deles aqui em casa, esse ano, foi provavelmente algo inesquecível, e essa amizade, assim como a paixão pela Ayu é algo que só tende a crescer, e eu vou sempre correr
atrás disso.
Obrigado AyuBrasil Team
(Nat.ty,DaisuKe,Dark,Neto,Lynn,Lullys,Kcau,Yuki)
Quarta-feira, 15 de Outubro de 2008
"We love the Beatles,yes we do"
O ser humano tem a incrível mania de julgar o sentimento do outro baseado no seu próprio.
Sendo assim é mais do que comum ouvir por aí frases como "fulana não sabe o que é sofrer, eu quando..."
Esse julgamento aparece em tudo na nossa vida.
Eu, que ainda me considero ser humano, tenho a mania feia de achar que sou mais fã de uma ou outra coisa mais do que fulano que só compra o cd porque tem gente bonitinha.
Ter um ídolo é quase uma necessidade, porque não importa o quanto você tenha talento, ou uma opinião formada sobre algo, sempre tem alguém que fala aquilo que você queria dizer no meio de tantos que não te compreendem.
Nos anos 60 a coisa mais fácil de se encontrar por aí -e em qualquer lugar do mundo- eram fãs enlouquecidos dos Beatles.
Pessoas que fariam de tudo por algo de seus ídolos, que choravam, passavam fome, mudavam a vida por eles.
Quantas dessas pessoas ainda são fãs deles? Quantas delas hoje falam para seus netos as loucuras que faziam na juventude. Sim, porque hoje é loucura.
Empolgação do momento? Moda?
O que faz os sentimentos e as idéias mudarem tanto?
Sem julgar o sentimento alheio, o que faz pessoas que consideram ter a cabeça e as idéias fixas mudarem tanto?
Creio que se eu pudesse responder essa pergunta poderia também concorrer ao Nobel de psicologia, e eu não sou tão pretenciosa assim.
Mas depois de pensar por dois dias sobre isso cheguei a uma conclusão.
Talvez os ídolos sejam uma simbologia de como tratamos as nossas relações, mas é muito mais aceitável mudar de ídolo do que abandonar velhas amizades e seguir em frente.
Aquele julgamento parece mais brando nesse caso, mas tanto no ramo da idolatria, quanto nas das relações humanas ninguém sabe o que se passa na nossa mente para tal decisão, e nós não sabemos o que o outro sente.
Sendo assim é mais do que comum ouvir por aí frases como "fulana não sabe o que é sofrer, eu quando..."
Esse julgamento aparece em tudo na nossa vida.
Eu, que ainda me considero ser humano, tenho a mania feia de achar que sou mais fã de uma ou outra coisa mais do que fulano que só compra o cd porque tem gente bonitinha.
Ter um ídolo é quase uma necessidade, porque não importa o quanto você tenha talento, ou uma opinião formada sobre algo, sempre tem alguém que fala aquilo que você queria dizer no meio de tantos que não te compreendem.
Nos anos 60 a coisa mais fácil de se encontrar por aí -e em qualquer lugar do mundo- eram fãs enlouquecidos dos Beatles.
Pessoas que fariam de tudo por algo de seus ídolos, que choravam, passavam fome, mudavam a vida por eles.
Quantas dessas pessoas ainda são fãs deles? Quantas delas hoje falam para seus netos as loucuras que faziam na juventude. Sim, porque hoje é loucura.
Empolgação do momento? Moda?
O que faz os sentimentos e as idéias mudarem tanto?
Sem julgar o sentimento alheio, o que faz pessoas que consideram ter a cabeça e as idéias fixas mudarem tanto?
Creio que se eu pudesse responder essa pergunta poderia também concorrer ao Nobel de psicologia, e eu não sou tão pretenciosa assim.
Mas depois de pensar por dois dias sobre isso cheguei a uma conclusão.
Talvez os ídolos sejam uma simbologia de como tratamos as nossas relações, mas é muito mais aceitável mudar de ídolo do que abandonar velhas amizades e seguir em frente.
Aquele julgamento parece mais brando nesse caso, mas tanto no ramo da idolatria, quanto nas das relações humanas ninguém sabe o que se passa na nossa mente para tal decisão, e nós não sabemos o que o outro sente.
Quinta-feira, 2 de Outubro de 2008
Amizade, simples assim
Amizade é um tema muito, mas muito difícil de se escrever.
Talvez porque as chances de ser piegas aumentam consideravelmente, talvez porque às vezes as pessoas não param realmente para pensar em como as amizades influenciam a sua vida.
Existem vários tipos de amigos.
Aqueles que você conhece na escola, que crescem com você, partilham momentos que ficarão pra sempre na sua mente, mas que em determinado momento seguem seu próprio caminho.
Tem aquele que você conhece na faculdade, e essa amizade já começa unida por uma mesma paixão, uma mesma coisa em comum.
Também há aqueles que surgem em diversos ramos da sua vida, como emprego, teatro, academia, curso de inglês, mora na mesma rua.
Agora é importante ressaltar que dentre todos os exemplos citados há um detalhe importante: amigo é diferente de colega, mas nós chamamos todos de amigos porque é chato falar "sabe aquele meu colega?". Dá impressão de pouco caso, como se a pessoa não fosse importante.
Quantas pessoas podemos realmente chamar de amigos?
O que caracteriza alguém como amigo? O tempo de convivência? A afinidade?
É ilusório imaginar que é possível ter milhares de amigos.
Se enquanto você leu esse texto nenhum nome te veio a mente você talvez possa começar a entender porque é tão difícil falar e definir amizade.
Talvez porque as chances de ser piegas aumentam consideravelmente, talvez porque às vezes as pessoas não param realmente para pensar em como as amizades influenciam a sua vida.
Existem vários tipos de amigos.
Aqueles que você conhece na escola, que crescem com você, partilham momentos que ficarão pra sempre na sua mente, mas que em determinado momento seguem seu próprio caminho.
Tem aquele que você conhece na faculdade, e essa amizade já começa unida por uma mesma paixão, uma mesma coisa em comum.
Também há aqueles que surgem em diversos ramos da sua vida, como emprego, teatro, academia, curso de inglês, mora na mesma rua.
Agora é importante ressaltar que dentre todos os exemplos citados há um detalhe importante: amigo é diferente de colega, mas nós chamamos todos de amigos porque é chato falar "sabe aquele meu colega?". Dá impressão de pouco caso, como se a pessoa não fosse importante.
Quantas pessoas podemos realmente chamar de amigos?
O que caracteriza alguém como amigo? O tempo de convivência? A afinidade?
É ilusório imaginar que é possível ter milhares de amigos.
Se enquanto você leu esse texto nenhum nome te veio a mente você talvez possa começar a entender porque é tão difícil falar e definir amizade.
Terça-feira, 30 de Setembro de 2008
Tudo Parece Medíocre
TPM é aquele período que toda mulher é obrigada a passar todos os meses.
Aquele furacão chato que faz seus hormônios borbulharem e sua sensibilidade atinge níveis impensáveis.
Sabia que se uma mulher cometer um crime e provar que estava de TPM ela pode ser absolvida?
Não, eu não estou prester a cometer qualquer tipo de delito. Eu acho.
Na maior parte do tempo eu penso que esse período me transforma na pessoa mais boba do mundo, aquela que come chocolates a cada cinco minutos e chora quando percebe os efeitos que isso causa na pele.
Em outros momentos acho que a TPM aumenta meu senso crítico. Coisas que normalmente me irritam, ou incomodam, nessa fase o fazem em dobro.
Por exemplo, é comum sentir ciúmes dos amigos, e ter raiva quando aquelas pessoas aproveitadoras se aproximam.
Semana passada algo assim me deixaria brava por uns cinco minutos. Hoje estou a ponto de ir
até essa pessoa e dizer - aos berros - o quanto essa atitude pode ser ridícula.
Exagero ou visão apurada?
Por via das dúvidas melhor não fazer nada, apenas remoer esse nervoso.
Nesse período acontece um outro fenômeno que gosto de chamar de "apocalípse".
Apocalípse é uma palavra que se encaixa bem, porque é nesse momento que tudo que parece calmo e resolvido começa a aparentar ser o maior problema de todos.
Quatro anos de Jornalismo foi a escolha certa?
Ter desistido de um relacionamento aparentemente sem futuro foi dar ouvidos a razão ou a comodidade?
Acontece que a TPM passa, e todas essas preocupações voltam a ser tão pequenas quanto eu desejo que elas sejam.
Porém, até que ponto isso é bom?
Aquele furacão chato que faz seus hormônios borbulharem e sua sensibilidade atinge níveis impensáveis.
Sabia que se uma mulher cometer um crime e provar que estava de TPM ela pode ser absolvida?
Não, eu não estou prester a cometer qualquer tipo de delito. Eu acho.
Na maior parte do tempo eu penso que esse período me transforma na pessoa mais boba do mundo, aquela que come chocolates a cada cinco minutos e chora quando percebe os efeitos que isso causa na pele.
Em outros momentos acho que a TPM aumenta meu senso crítico. Coisas que normalmente me irritam, ou incomodam, nessa fase o fazem em dobro.
Por exemplo, é comum sentir ciúmes dos amigos, e ter raiva quando aquelas pessoas aproveitadoras se aproximam.
Semana passada algo assim me deixaria brava por uns cinco minutos. Hoje estou a ponto de ir
até essa pessoa e dizer - aos berros - o quanto essa atitude pode ser ridícula.
Exagero ou visão apurada?
Por via das dúvidas melhor não fazer nada, apenas remoer esse nervoso.
Nesse período acontece um outro fenômeno que gosto de chamar de "apocalípse".
Apocalípse é uma palavra que se encaixa bem, porque é nesse momento que tudo que parece calmo e resolvido começa a aparentar ser o maior problema de todos.
Quatro anos de Jornalismo foi a escolha certa?
Ter desistido de um relacionamento aparentemente sem futuro foi dar ouvidos a razão ou a comodidade?
Acontece que a TPM passa, e todas essas preocupações voltam a ser tão pequenas quanto eu desejo que elas sejam.
Porém, até que ponto isso é bom?
Segunda-feira, 1 de Setembro de 2008
Prazer Culposo
Mesmo a mais racional das pessoas tem algo que a faz ficar cega.
A maioria dos grandes poetas e escritores da nossa literatura morreram pela bebida, ou pelas mulheres que serviam de vício.
Muitos artistas de talento inegável têm, ou tiveram, uma vida não exatamente considerada saudável.
Mas nem todo extremismo é ligado à vícios e práticas destrutívas.
Assim como não só os artistas têm essa espécie de conduta.
Algumas pessoas sofrem de diabetes, e ainda assim não resistem ao se verem diante de um chocolate.
Outras acham absurdo que alguém tenha coragem de pagar 400 reais para ir a uma micareta,mas pagam ainda mais caro para poder dizer aos amigos que possuem uma televisão de plasma na sala, o boleto da faculdade pode esperar.
Quem pode julgar o prazer culposo alheio?
Todos os têm, é aquele tipo de coisa que todo mundo gosta, faz, mas ainda assim critica o outro por fazer,ser.
De acordo com a época eu poderia falar um pouco sobre as eleições,e as coisas absurdas que vemos no horário político, mas estou ocupada tentando comprar um ingresso para o show da
Madonna, e vejam bem, nem estou reclamando da taxa de 20% do valor, que não tem motivo aparente para existir.
A maioria dos grandes poetas e escritores da nossa literatura morreram pela bebida, ou pelas mulheres que serviam de vício.
Muitos artistas de talento inegável têm, ou tiveram, uma vida não exatamente considerada saudável.
Mas nem todo extremismo é ligado à vícios e práticas destrutívas.
Assim como não só os artistas têm essa espécie de conduta.
Algumas pessoas sofrem de diabetes, e ainda assim não resistem ao se verem diante de um chocolate.
Outras acham absurdo que alguém tenha coragem de pagar 400 reais para ir a uma micareta,mas pagam ainda mais caro para poder dizer aos amigos que possuem uma televisão de plasma na sala, o boleto da faculdade pode esperar.
Quem pode julgar o prazer culposo alheio?
Todos os têm, é aquele tipo de coisa que todo mundo gosta, faz, mas ainda assim critica o outro por fazer,ser.
De acordo com a época eu poderia falar um pouco sobre as eleições,e as coisas absurdas que vemos no horário político, mas estou ocupada tentando comprar um ingresso para o show da
Madonna, e vejam bem, nem estou reclamando da taxa de 20% do valor, que não tem motivo aparente para existir.
Quarta-feira, 13 de Agosto de 2008
Se sua vida fosse um musical
Quantas vezes você se depara com uma situação aparentemente tão irreal que só poderia ter saído de um filme (as vezes classe B) de Hollywood?
Talvez as pessoas não se dêem conta, mas isso ocorre com uma freqüencia assustadora, e então, quando tudo parece perdido, ou pefeito demais, sempre tem aquela música que se encaixa como a peça perfeita para montar o quebra-cabeças.
Quem nunca parou numa tarde para ver aqueles musicais antigos onde há sempre uma canção oportuna,deveria fazê-lo o mais rápido possível, porque além do prazer de ver artistas completos em cena ainda desperta em sua imaginação algo incrível.
Já parou para pensar se sua vida fosse um musical?
Como seriam as cenas? Que música você e seu chefe poderíam cantar naqueles dias que tudo parece dar errado?
Não é a toa que existam músicas que dizem o que sentimos em determinadas ocasiões, pois a música foi feita para que a nossa vida seja um musical.
Não espero ver ninguém dançando na chuva por aí, ainda mais com essas ocorrências de raios cada vez mais comuns em São Paulo, mas tudo não seria mais bonito se as diferenças fossem resolvidas com batalhas de dança no lugar de pedaços de madeira e armas?
Minha sugestão para próxima briga que você tiver é: não grite, não discuta, não levante a mão.
Cante Beat it, porque Michael Jackson é o rei da batalha de dança, e nem adianta usar qualquer acusação como argumento.
Primeiro post em um blog depois de 5 anos e a única canção que me vem a cabeça é Welcome to the jungle, mas pode ser apenas a minha pré-disposição ao clichê.
Talvez as pessoas não se dêem conta, mas isso ocorre com uma freqüencia assustadora, e então, quando tudo parece perdido, ou pefeito demais, sempre tem aquela música que se encaixa como a peça perfeita para montar o quebra-cabeças.
Quem nunca parou numa tarde para ver aqueles musicais antigos onde há sempre uma canção oportuna,deveria fazê-lo o mais rápido possível, porque além do prazer de ver artistas completos em cena ainda desperta em sua imaginação algo incrível.
Já parou para pensar se sua vida fosse um musical?
Como seriam as cenas? Que música você e seu chefe poderíam cantar naqueles dias que tudo parece dar errado?
Não é a toa que existam músicas que dizem o que sentimos em determinadas ocasiões, pois a música foi feita para que a nossa vida seja um musical.
Não espero ver ninguém dançando na chuva por aí, ainda mais com essas ocorrências de raios cada vez mais comuns em São Paulo, mas tudo não seria mais bonito se as diferenças fossem resolvidas com batalhas de dança no lugar de pedaços de madeira e armas?
Minha sugestão para próxima briga que você tiver é: não grite, não discuta, não levante a mão.
Cante Beat it, porque Michael Jackson é o rei da batalha de dança, e nem adianta usar qualquer acusação como argumento.
Primeiro post em um blog depois de 5 anos e a única canção que me vem a cabeça é Welcome to the jungle, mas pode ser apenas a minha pré-disposição ao clichê.
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